Passageiros nos aeroportos italianos em 2025 chegaram a 229.740.554, um aumento de +5% em relação a 2024, segundo os primeiros dados analisados pela Enac e publicados em 19/01/2026 no documento “Executive Summary – Dati di traffico 2025”. Para quem está planejando uma viagem para a Itália ou vai circular pelo país de avião, esse número não é só estatística: ele ajuda a entender por que alguns aeroportos e rotas ficam mais concorridos, por que certas conexões funcionam melhor do que outras e onde é mais inteligente ajustar o roteiro.
Índice
O que os números da Enac mostram sobre o turismo e as viagens na Itália
Um país que transporta quase 230 milhões de pessoas em um ano está operando com aeroportos cheios, voos disputados e picos de demanda bem marcados. A Enac interpreta o aumento como sinal de retomada definitiva do setor e reforça o papel do transporte aéreo para turismo e negócios.
Na prática, para o viajante, isso se traduz em dois efeitos bem concretos: mais oferta de voos em várias rotas, mas também mais necessidade de planejamento nos períodos de alta. Se você costuma deixar para decidir tudo em cima da hora, 2025 foi um lembrete de que a Itália voltou a “voar alto” e, quando a demanda sobe, o melhor custo-benefício costuma ficar com quem se organiza antes.
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Roma Fiumicino lidera e concentra cerca de 22% do tráfego do país–
O Aeroporto de Roma Fiumicino se manteve como o principal aeroporto italiano em volume de passageiros: cerca de 50,9 milhões em 2025, equivalente a 22% de todo o tráfego. Para brasileiras e brasileiros que chegam à Itália por Roma, isso reforça o papel do Fiumicino como “porta de entrada” do país, com impacto direto em conexões, horários e disponibilidade de voos.
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No recorte do tráfego doméstico, Roma Fiumicino também aparece como o primeiro aeroporto por volumes, com cerca de 10 milhões de passageiros e uma fatia de 14% desse segmento.
Passageiros nos aeroportos italianos em 2025: internacional cresce, doméstico fica estável
O tráfego nacional fechou 2025 com 72,5 milhões de passageiros, equivalente a 32% do total, com volumes praticamente invariáveis em relação a 2024.
Já o tráfego internacional chegou a 157,2 milhões, 68% do total, crescendo +8% no ano.
A área geográfica com maior movimento internacional foi a União Europeia, com 43%. A Espanha aparece como o principal país, e a rota com maior destaque é Roma Fiumicino – Madrid Barajas. Para quem planeja viagens combinando Itália e outros destinos europeus, esse tipo de informação ajuda a entender por que determinadas conexões e corredores aéreos ganham tanta força.
Low cost domina 63% do mercado e muda o jeito de circular pelo país
A composição por tipo de companhia mostra o peso das low cost: 63% dos passageiros em 2025, com 145,4 milhões de viajantes, alta de +6% versus 2024.
As companhias tradicionais ficaram com 37%, totalizando 84,3 milhões de passageiros, aumento de +3%.
Na vida real, isso costuma significar mais oferta em rotas turísticas e mais opções de ida e volta para quem quer montar um roteiro multi-cidades, mas também exige atenção redobrada às regras de bagagem, taxas e aeroportos alternativos, porque o “preço baixo” muitas vezes depende desses detalhes.
Pequenos aeroportos ganham força e entram no radar da mobilidade regional
Um dos pontos mais interessantes do relatório é o aumento percentual de aeroportos menores, com menções a Reggio Calabria, Rimini, Pescara e Trieste.
A Enac relaciona esse movimento a uma reflexão positiva sobre a RAM (Regional Air Mobility), política que busca valorizar a rede aeroportuária menor e incentivar um modelo de integração entre grandes e pequenos aeroportos.
Para o viajante, a leitura é simples: além dos grandes hubs, a malha regional pode ganhar cada vez mais relevância para chegar a destinos menos óbvios, distribuir melhor o fluxo turístico e criar alternativas de deslocamento.
Carga também cresce: Malpensa lidera e a rota com Leipzig-Halle se destaca
O setor de carga (mercadorias e correio) também avançou em 2025: mais de 1,2 milhão de toneladas, alta de +2% sobre 2024. O tráfego internacional respondeu por 94% do total, com 1,17 milhão de toneladas, e a componente extra-UE foi a que mais puxou o crescimento (+7%).
A Alemanha foi o primeiro país em volume (13%, cerca de 153 mil toneladas). A rota de maior destaque é Milano Malpensa – Leipzig-Halle, e o aeroporto de Malpensa lidera com 61% de participação e crescimento de +4% versus 2024. Já a carga nacional foi a parte menor do total (6%), com cerca de 72 mil toneladas, e registrou queda de -8% em relação a 2024.
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