O fato aconteceu em Paris em julho deste ano. Uma mulher marroquina, de 32 anos, Faiza M., casada com um francês recebeu uma resposta negativa ao pedido de cidadania na França devido ao seu hábito de vestir a burqa.

Para quem não sabe, a burqa é aquele pano que cobre o rosto das mulheres. Trata-se de uma prática religiosa comum aos países muçulmanos. Para mais informações, você pode dar uma olhada no wikipedia clicando aqui.

Foi a segunda vez que o pedido de cidadania de Faiza M. foi negado. A justificativa foi “falta de assimilação”. Segundo a suprema corte a mulher “adotou, em nome de uma prática radical da sua religião, um comportamento social incompatível com os valores da sociedade francesa, com particular referimento a igualdade dos sexos.”

Conclusão

INTEGRAÇÃO é a palavra chave. Uma pessoa que deixa o seu país natal por um novo deve no mínimo respeitar as leis e costumes da nação que a recebe. A diversidade étnica é uma riqueza, mas radicalismos são sempre contra o crescimento humano.

2 COMENTÁRIOS

  1. Parabéns pelo artigo, que achei muito interessante. Comentei no meu blog.

  2. Esse è um assunto muito delicado: cultura e religiao!

    Mas pelo que eu posso perceber, existe sim um pouco de preconceito por porta do pais europeu. Pra mim è um pouco dificil aceitar que para se ter uma cidadania europeia, o qual voce tem a legislaçao a seu favor, voce tenha que abrir mao da sua religiao e da sua forma de exprimi-la, fere o que esta escrito nos direitos humanos.

    Se fosse o contrario, e o casal tivesse decidido a viver no Marrocos, como seria? O Marido italiano deveria ser muçulmano para poder ser aceito na sociedade? Seria uma outra forma de preconceito.

    E claro, que quando a gente decidi viver no exterior, temos que aceitar as regras, os costumes da naçao escolhida e que realmente adaptaçao è fundamental, mas tudo tem um limite.

    Excelente post, ficariamos aqui discutindo o assunto por dias.

    Um beijo pra ti

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