“Nel pensiero confuciano, scrive Henry Rosemount, ‘non può esistere un io in isolamento. Da considerare astrattamente: l’io è la totalità dei ruoli che l’individuo vive in relazione a specifici altri… Prese colletivamente, queste relazioni tessono un’identità personale unica per ciascuno di noi, cosicché, se qualche ruolo dell’individuo cambia, anche gli altri cambieranno inevitabilmente, rendendo l’individuo una persona diversa.’” – trecho extraído da pag. 369 do livro Il Sogno Europeo de Jeremy Rifkin

Não existe um “eu” isolado. O “eu” é a soma de papéis que um individuo desempenha em relação a outros. Se algum dos papéis de um indivíduo muda, outros também mudarão inevitavelmente, transformando o indivíduo em uma pessoa nova. Resumindo, é basicamente essa a tradução do trecho que escolhi publicar aqui porque tem tudo a ver com quem está prestes a mudar de país.

Uma das coisas interessantíssimas de mudar para algum lugar distante (não apenas fisicamente, mas também longe de pessoas com quem você tem contato frequente), é a possibilidade de descobrir novos papéis para você mesmo. Será particularmente uma experiência enriquecedora se você estiver aberto para viver e experimentar esses novos papéis.

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