O museu do Louvre, em Paris, estava fechado para limpeza no dia 21 de agosto de 1911. O funcionário Vicenzo Peruggia tirou o famoso quadro “Monalisa”, de Leonardo Da Vinci, de sua moldura e saiu para a rua. Ela ficou durante 2 anos escondida no fundo falso de um baú do apartamento de Peruggia, embaixo da cama.

Quando o caso parecia esquecido, ele tentou vender a pintura ao governo italiano por 95 mil dólares. As autoridades italianas o prenderam e devolveram o quadro aos franceses.

No seu julgamento, em Florença, Peruggia alegou que seu ato foi motivado por puro patriotismo — queria ver o quadro de volta ao país de seu criador. Acabou recebendo uma pena leve, 1 ano e 15 dias. O que Peruggia não sabia é que Da Vinci havia deixado grande parte de sua obra na França de propósito, como herança. O artista morreu em Amboise, na França, em 2 de maio de 1519.

Alguns anos depois, em 1963, o quadro foi avaliado em 100 milhões de dólares.

*Essa história foi enviada por um leitor do blog e levanta o tema de uma antiga polêmica: toda a arte italiana espalhada pelo mundo deveria voltar para a Italia?

3 COMENTÁRIOS

  1. Olá, gostaria de uma ajudinha…
    Moro no Brasil e gostaria de informações sobre um curso de design de móveis na Itália, pois tenho muita vontade de estudar na Itália, queria saber qual instituição estudar, quanto custa,se tem que fazer algum vestibular, como funciona este tipo de curso, qual a duração??
    Por favor estou aguardando..

  2. Gostei de saber sobre este fato, não tinha conhecimento dessa estória e tudo que envolve este famoso quadro e Da Vinci, é sempre muito bacana.
    Bjs.
    Janeisa

  3. A verdade é que ele robou por encomenda de alguém que na realidade tinha cópias falsas da Gioconda para vender a muita gente, aproveitando na notícia do robo.

    Após 2 anos, ele entendeu que foi aldrabado, por isso intentou vender o quadro na Itália, onde foi preso.

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